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category: boas práticas

CASA DAS AVES MARINHAS DOS AÇORES

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo salientou hoje, na Horta, que a futura Casa das Aves Marinhas dos Açores é "mais um investimento relevante na conservação da natureza e na preservação e divulgação do património natural”, face à importância da biodiversidade das ilhas dos Açores.

A Secretária Regional falava no lançamento da primeira pedra da futura Casa das Aves Marinhas dos Açores, um investimento da Junta de Freguesia de Castelo Branco, desenvolvido com o apoio técnico da Direção Regional do Ambiente, que deve estar concluído durante a primavera de 2020.

A titular da pasta do Ambiente destacou a importância desta iniciativa da Junta de Freguesia, localizada junto à Reserva Natural do Morro de Castelo Branco, que se pretende que seja “uma valência única” no arquipélago dedicada às aves marinhas, “com enfoque especial no cagarro e no frulho”.

Marta Guerreiro referiu que a futura estrutura vai permitir o contacto direto de públicos variados com as particularidades destas aves, o que contribuirá para "a divulgação da importância da sua conservação junto população, particularmente os turistas que visitam a ilha do Faial".

Trata-se de um espaço com cerca de 180 m2, composto por uma zona da receção e loja, uma área expositiva de caráter permanente, em que o acesso é realizado através de um túnel de sons da avifauna marinha dos açores, e um pequeno auditório multiusos com capacidade para cerca de 30 pessoas, que irá dispor de um sistema audiovisual concebido para exibição de um filme de alta definição, que incidirá, essencialmente, sobre o Morro de Castelo Branco e as aves marinhas dos Açores.

Neste espaço, será possível a realização de ações educativas, workshops, seminários sobre a temática da avifauna, bem como reuniões de trabalho.

A Reserva Natural do Morro de Castelo Branco foi alvo, em 2015, de uma intervenção paisagista com a finalidade de ordenar, de forma harmoniosa, o espaço, garantindo as condições de acessibilidade pedonal, também para pessoas com mobilidade reduzida, para a contemplação desta estrutura geológica, para além da construção de um pequeno auditório ao ar livre para que os visitantes possam apreciar o canto noturno dos cagarros.